Em 2027, a conta do seu preço deixa de fechar.
IBS e CBS, os dois impostos que substituem PIS, Cofins, ICMS e ISS, passam a ser somados por fora do preço. A conta que a sua empresa usa hoje foi montada para a regra antiga, e quem continuar com ela vende com uma margem que deixou de existir.
- Se a sua empresa está no Simples Nacional, a escolha entre recolher IBS e CBS dentro ou fora da guia única decide se o seu cliente empresa continua comprando de você.
- Se você vende só para pessoa física, seus fornecedores vão repassar a nova carga no preço deles, e saber disso antes protege a sua margem.
- Se você recebe por cartão e Pix, o imposto poderá ser separado no próprio pagamento, e prever esse valor mantém o seu capital de giro no lugar.
Cada uma destas seis frases esconde um custo que só aparece no caixa.
São as frases que mais ouvimos de empresários desde que a Reforma virou lei. Todas partem do mesmo engano: tratar a Reforma como uma troca de imposto, quando ela muda a conta que define preço, margem e caixa.
O Simples continua. A partir de 2027, o seu cliente empresa desconta como crédito o IBS e a CBS que você recolhe. Quanto menos você recolhe na guia única do Simples, menor o crédito dele, e maior a chance de ele trocar você por um fornecedor que gera crédito integral.
Você ainda compra de fornecedores, forma preço, emite nota e recebe por cartão e Pix. Os quatro movimentos mudam, porque o imposto entra em cada um deles, seja a venda para empresa ou para pessoa física.
2033 é o fim da transição. O começo foi em janeiro de 2026, com os impostos novos destacados nas notas, e em janeiro de 2027 PIS e Cofins deixam de existir e a CBS entra com alíquota cheia.
A apuração, sim. Preço, margem, compras, contratos e caixa são decisões que só o dono toma, e o contador enxerga o efeito delas um mês depois, no fechamento.
O sistema calcula a partir do que está cadastrado. Uma classificação tributária errada em um produto gera imposto errado em todas as notas desse produto, todos os dias, até alguém perceber.
A Reforma está na Constituição desde 2023 e em lei desde 2025. Quem espera o resultado das urnas descobre o impacto no fechamento do mês, depois de ter vendido semanas com o preço calculado pela regra antiga.
Cinco tributos saem de cena até 2033. Três novos entram no lugar.
A Emenda Constitucional 132/2023 e a Lei Complementar 214/2025 substituíram um sistema de tributação sobre o consumo montado ao longo de mais de 50 anos. PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS dão lugar a três tributos novos, e a troca acontece em etapas, com os dois sistemas funcionando ao mesmo tempo até 2032. É essa convivência que embaralha o cálculo de preço.
Contribuição sobre Bens e Serviços
Federal. Substitui PIS e Cofins.
Imposto sobre Bens e Serviços
Estados e municípios. Substitui ICMS e ISS.
Imposto Seletivo
Federal. Cobrado sobre bens e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, como cigarro, bebida alcoólica e bebida açucarada.
Ano de teste: CBS de 0,9% e IBS de 0,1% destacados nas notas, com novos campos e novas regras de cadastro.
CBS com alíquota cheia. PIS e Cofins extintos. Imposto Seletivo começa. Nova forma de gerar e usar crédito.
ICMS e ISS caem um décimo por ano enquanto o IBS cresce na mesma proporção. Dois sistemas convivendo.
ICMS e ISS extintos. Só o novo sistema permanece.
Quem assumir o governo em 2027 vai governar com a Reforma em andamento.
A Reforma Tributária está na Constituição desde a Emenda 132/2023. Para desfazê-la, seria preciso uma nova emenda aprovada por três quintos da Câmara e do Senado, em dois turnos de votação em cada Casa. Por isso o calendário segue, qualquer que seja o resultado das urnas. A regulamentação continua recebendo ajustes, como vem acontecendo desde 2025, e cada ajuste muda detalhes. A lógica de preço, crédito e caixa permanece, e é ela que a sua empresa precisa dominar.
Detalhes de regulamentação
- prazos e formato das obrigações acessórias (as declarações e arquivos enviados ao fisco);
- regras dos setores com tratamento diferenciado;
- calibragem de alíquotas dentro dos limites da lei;
- cronograma do split payment (o imposto separado no momento do pagamento).
O que precisa ser dominado
- lucro e margem de cada produto ou serviço;
- caixa e capital de giro;
- formação de preço;
- software, emissor de nota e cadastros;
- contratos com fornecedores e clientes;
- escolha de regime e aproveitamento de crédito.
A Reforma entra pela nota fiscal e atravessa a empresa inteira.
Do pedido de compra ao dinheiro que cai na conta, seis áreas mudam ao mesmo tempo, e nenhuma delas depende de quem governa. O efeito mais perigoso tem nome: Margem Fantasma, a margem que aparece na planilha de preço e não chega ao caixa.
Compras e fornecedores
O crédito de IBS e CBS que cada fornecedor gera passa a fazer parte do custo. Um fornecedor 5% mais barato que não gera crédito pode sair mais caro que o concorrente que gera.
Formação de preço
Hoje o imposto está embutido no preço (o chamado cálculo por dentro). Com IBS e CBS, ele é somado por fora. A planilha de preço que a sua empresa usa foi montada para a regra antiga e passa a errar a conta.
Margem e lucro
Mudou o custo, mudou o imposto, mudou o preço. Quando as três mudanças chegam juntas e a planilha continua a mesma, nasce a Margem Fantasma: o lucro aparece no papel e falta no caixa.
Fluxo de caixa
Com o split payment (o imposto separado pelo banco no momento do pagamento), o valor do tributo pode nem passar pela sua conta. Quem usava esse dinheiro como capital de giro até o vencimento da guia perde esse fôlego.
Processos, cadastros e sistemas
Cadastro de produtos e serviços, classificação tributária, emissor de nota e rotina financeira precisam ser revistos, porque cada um deles alimenta o cálculo automático do imposto em todas as notas.
Contratos e parte jurídica
Contratos longos, reajustes e cláusulas de preço assinados com a regra antiga podem ficar desequilibrados na transição. Prever o ajuste agora custa menos que renegociar depois.
Simples, Presumido ou Real: os três regimes mudam a partir de 2027.
O que muda entre eles é o tipo de impacto. A decisão certa sai dos números da sua empresa, comparados lado a lado nas duas regras.
Simples “puro”
IBS e CBS recolhidos dentro do DAS (a guia única do Simples). Rotina mais simples, porém o seu cliente empresa aproveita menos crédito, e isso pesa quando ele compara você com um concorrente.
Simples híbrido (regular)
IBS e CBS apurados fora do DAS. O seu cliente aproveita crédito integral, e a sua empresa assume mais controle, mais apuração e mais rotina.
Nova lógica de débito e crédito
Saem o PIS e a Cofins cumulativos (sem direito a crédito), entra o crédito amplo sobre as compras. Compras, preço e margem precisam ser recalculados com a nova lógica.
Crédito amplo, controle total
Mais possibilidades de crédito. Para aproveitá-las, cadastro, documentação e conciliação precisam estar em ordem, nota a nota.
“Vendo para pessoa física, então não me afeta.”
É o engano mais comum e o que mais pega empresário de surpresa. A empresa que vende só para o consumidor final continua no meio de uma cadeia, e a cadeia inteira muda. Ela:
- compra de fornecedores que vão repassar a nova carga no preço;
- precisa recalcular o preço de venda com o tributo por fora;
- emite notas com novos campos e classificações;
- recebe por cartão e Pix, onde o imposto separado no pagamento muda o caixa;
- tem contratos, aluguéis e serviços que também mudam de custo.
O Diagnóstico da Reforma Tributária encontra a Margem Fantasma antes que ela chegue ao seu caixa.
Antes de mudar preço, trocar fornecedor ou mexer no regime, você precisa saber onde está. O Diagnóstico parte dos números reais da sua empresa (notas, compras, regime e preços praticados) e simula a mesma operação nas duas regras, a de hoje e a nova. Sem ele, a decisão vem de regra genérica de internet. Com ele, cada decisão tem um número ao lado.
Levantamento da operação
Como você compra, vende, emite notas e recebe. Seu regime atual, seus produtos e serviços, seus principais fornecedores e clientes.
Simulação: hoje × novo modelo
A carga tributária atual comparada à carga com IBS e CBS, com o efeito em reais no preço, na margem e no fluxo de caixa.
Mapa de riscos
Cadastros, classificações, emissor de nota, contratos e rotinas financeiras: o que está exposto e o que precisa de ajuste.
Análise do regime
Para quem está no Simples: os números por trás da escolha entre o Simples puro e o híbrido. Para Lucro Presumido e Lucro Real: onde estão os créditos que a empresa ainda não aproveita.
Plano de ação priorizado
O que fazer primeiro, o que pode esperar e quem na empresa precisa estar envolvido.
Reunião de devolutiva
Você recebe o relatório e uma conversa com a equipe de consultoria para tirar todas as dúvidas.
Sete etapas para atravessar a transição com a equipe ao seu lado.
O Diagnóstico entrega o plano de ação. A partir dele, se fizer sentido para a sua empresa, a Equipe de Consultoria apresenta a solução para cada ponto encontrado.
Diagnóstico
O retrato da sua empresa no novo modelo e o plano de ação.
Treinamento online ou presencial
Para você e sua equipe entenderem as novas regras e o que muda na rotina.
Palestras para seus clientes e fornecedores
Para alinhar a sua cadeia às novas regras: quem compra e quem vende para você entendendo o que muda na relação comercial.
Implantação ou acompanhamento técnico
Suporte durante a transição: cadastros, notas, apurações e ajustes.
Consultoria
Revisão de preços, processos, contratos e estratégia tributária.
Auditoria e saneamento do ERP
Revisão do ERP (o sistema de gestão da sua empresa): cadastros de produtos e serviços, classificações tributárias e regras de emissão, para que a nota saia certa.
Análise da cadeia de negócios
Fornecedores, clientes e parceiros avaliados no novo modelo: onde está o crédito, o custo e a oportunidade na sua cadeia.
Tudo começa pelo Diagnóstico
Fale com a Equipe de Consultoria e agende o seu. →
Quem já conhece os seus números, ao lado de quem ensina a Reforma.
A Quefren acompanha a sua contabilidade todos os meses. Ninguém chega ao seu diagnóstico com mais contexto sobre a sua empresa.

Sergio Bispo de Oliveira
Growth Partner Consultoria de Reforma Tributária, Estratégia Contábil, Controladoria, Implantações de ERP e internalizações contábeis. Mais de 40 mil pessoas já passaram por seus cursos e treinamentos, e mais de 5 mil empresas receberam consultoria técnica de implantação da Reforma.

Marcio Citro Licastro
Contador e diretor da Quefren Contabilidade. Gestor de equipes e estrategista de negócios para fins contábeis e tributários. Com mais de 35 anos de atuação no mercado, atendeu mais de 5 mil clientes em contratos recorrentes.

Equipe Quefren Consultoria
Equipe multidisciplinar que atua nos 4 pontos do seu negócio. É o time que cuida da contabilidade, do fiscal e do departamento pessoal de cerca de 500 empresas nos regimes Simples, Presumido e Real.
O preço que você pratica hoje foi calculado para impostos que começam a sair de cena em 2027.
Se você não sabe dizer quanto sobra de lucro nesse preço com IBS e CBS, o Diagnóstico existe para isso: transformar dúvida em número, e número em decisão.
Quero saber quanto sobraO que os clientes perguntam antes de agendar.
Eu já pago a contabilidade. O diagnóstico não está incluso?
A mensalidade cobre a rotina: escrituração, apuração, obrigações e folha. O Diagnóstico é um trabalho à parte, com uma simulação feita sobre a sua operação, para orientar decisões de preço, compras, regime e caixa que a rotina mensal não cobre.
Minha empresa é pequena. Vale a pena?
Empresa pequena tem menos margem para erro. Um ponto percentual de margem perdido pesa mais no caixa de quem fatura menos, e uma escolha de regime ruim no Simples pode custar clientes empresa.
Sou do Simples Nacional. Muda alguma coisa para mim?
Sim. Há a escolha entre recolher IBS e CBS dentro ou fora do DAS (a guia única do Simples), o efeito disso no crédito dos seus clientes, os novos campos das notas e o impacto dos seus fornecedores no seu custo.
Não é melhor esperar as regras ficarem mais claras?
As regras principais estão em lei desde janeiro de 2025, com a Lei Complementar 214. O que ainda se ajusta são detalhes de regulamentação. Esperar significa descobrir o impacto no caixa depois que ele já aconteceu.
E se o próximo governo mudar a Reforma?
A Reforma está na Constituição (Emenda 132/2023). Desfazê-la exigiria uma nova emenda aprovada por três quintos da Câmara e do Senado, em dois turnos. O que tem mudado, e deve continuar mudando, são detalhes de regulamentação. A lógica de preço, crédito e caixa continua a mesma, e a equipe acompanha cada ajuste por você.
Vou precisar trocar de sistema?
Nem sempre. O Diagnóstico avalia o emissor e os cadastros que você usa hoje e diz o que precisa ser ajustado, ou se realmente é preciso trocar.
Quanto tempo leva e o que eu preciso separar?
[PRAZO E DOCUMENTOS: a definir pela equipe]. Boa parte das informações a Quefren já tem da sua contabilidade; o restante é levantado numa conversa com você.
Qual é o investimento?
Depende do porte e da complexidade da operação. Na conversa com a equipe, entendemos o seu cenário e apresentamos a proposta, sem compromisso de contratação.
A Reforma começou em 2026. A conta do seu preço muda em 2027.
Fale com a equipe de consultoria da Quefren e agende o Diagnóstico da Reforma Tributária da sua empresa. Você sai da reunião de devolutiva sabendo o que fazer primeiro, e os ajustes que vierem depois encontram a sua empresa preparada.
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